Peneda-Gerês National Park, Portugal (20

Peneda-Gerês National Park, Portugal (2015).
#gerês #portugal http://ow.ly/i/jTqHO

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Fishing village, Ha Long Bay, Vietnam (e

Fishing village, Ha Long Bay, Vietnam (early 2016).
#halongbay #vietnam http://ow.ly/i/jTl8X

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Langkawi Sky Bridge is a 125-metre curve

Langkawi Sky Bridge is a 125-metre curved pedestrian bridge in Malaysia. The bridge deck is located 660 metres above sea level at the peak of Gunung Mat Chinchang, offering stunning views. The bridge can be reached by cable car.
#Langkawi #Malaysia http://ow.ly/i/jRlV8 http://ow.ly/i/jRlWV http://ow.ly/i/jRm16 http://ow.ly/i/jRm3q

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Yangon, Myanmar (2014). Streets are bust

Yangon, Myanmar (2014). Streets are bustling with street vendors. Man is wearing a traditional Longyi around his waist, which is widely used in Burma.
‪#‎myanmar‬ ‪#‎yangon‬ http://ow.ly/i/jRjw9

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Há uma linha que separa práticas corretas de atitudes desprezíveis

Não deve ser surpresa para ninguém que as empresas de comunicações Portuguesas (ex: ZON) são consideradas, na generalidade, sem escrúpulos, capazes de comportamentos comerciais abusivos e pouco éticos. Sou cliente ZON há anos, sem período de fidelização, e mesmo assim, terminar o meu contrato transformou-se num processo surreal. Mais parece que estou num divórcio litigioso…

Fica abaixo o conteúdo parcial do último fax enviado para os serviços da ZON. Se mesmo assim não me cortarem o serviço, talvez o façam quando deixar de pagar as faturas e recorrer à justiça…

 

Assunto: Terminação de contrato ZON

(E as minhas divagações sobre as práticas abusivas da ZON)

 

1 – Eu, Paulo […], cliente ZON nº […], com o NIF […], BI nº […], passaporte nº […], comunico desta forma (e mais uma vez…) a renúncia imediata a todos os serviços ZON (TV+Net+Telefone) que atualmente subscrevo.

 

2 – Motivo: em adição aos motivos já apresentados inúmeras vezes (por fax e através do vosso call center), o facto de a ZON ser uma empresa pouco profissional, com falta de ética, e recorrente em práticas desonestas. Uma simples pesquisa pela internet mostra de que fibra é feita a gestão comercial de topo da referida empresa.

 

3 – Aproveito para dizer que não confundo a (a.) estratégia / gestão comercial de topo da ZON com os (b.) funcionários que processam estes pedidos, nem (c.) os funcionários dos call centers. O grupo incluído em (a.), que define os processos internos da empresa, numa apreciação livre da minha parte, tem características reveladoras de profunda falta de ética (se considerarmos o âmbito das suas ações). As pessoas incluídas em (b.) e (c.) são funcionários obrigados cumprir as normas internas definidas por (a.). Por este motivo, se eventualmente tivesse que chamar ‘besta’ a alguém, seria apenas ao grupo (a.).

 

4 – Estou a tentar terminar os serviços / contracto desde 7/Março/2014 (data do primeiro fax). Este é o quarto fax nesse sentido.

 

5 – Obviamente, a última fatura que estou disposto a pagar é a de Março.

 

6 – Os únicos canais disponibilizados pela ZON para cancelamento do contracto são, conforme indicado pelo vosso call center, correio (carta registada) e fax.

 

7 – Encontro-me a trabalhar no estrangeiro, pelo que carta registada não é uma opção. Correio normal seria uma opção, mas sem dúvida chegaria aos vossos serviços após 10/Março, o que me obrigaria a pagar mais uma mensalidade (e sem garantias de confirmação de receção). O que deixa o fax como única opção suportada, de entre as definidas pelos processos internos estabelecidos pela ZON (que podem ou não sobrepor-se à lei e/ou diretivas da ANACOM… mas já lá vamos).

 

8 – Como referido no ponto 4, estou há perto de um mês a tentar terminar os serviços ZON. Em todos as comunicações anteriores, a ZON alega ter recebido (via fax) informação ilegível – nomeadamente a minha assinatura no documento de identificação. Ofereci-me várias vezes, junto do vosso call center, para enviar a documentação via email – o que me foi negado. Mais: o último fax que enviei continha um link que possibilitava o download de uma cópia de alta resolução da documentação, o que foi simplesmente ignorado pelos vossos serviços, por não estar contemplado nas “normas internas”, como me foi descrito. Foi-me também recusado o acesso à documentação supostamente ilegível. Tudo isto traduz uma coisa: má-fé institucional.

 

9 – Segundo me foi transmitido pelos vossos serviços, o documento de identificação tem o único propósito de validação da minha assinatura. O que é estranho, tendo em conta que devem ter na vossa posse o contrato original, que também terá a minha assinatura, o que torna o envio desta documentação irrelevante, e em aparente contradição com as normas da ANACOM (já lá vamos…).

 

10 – Vale a pena dizer que, há uns anos atrás, quando já era cliente ZON, ao adquirir o serviço telefónico da ZON, iniciei contratualmente um período de fidelização de 2 anos (que aliás já expirou). Foi-me transmitido na altura que iria receber os documentos para assinar – o que nunca ocorreu. Não deixa de ser estranho a vossa desproporcionalidade de critérios no que diz respeito à contratualização de novos serviços, face à renúncia aos mesmos.

 

 

O que diz a ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações…

 

11 – Sobre a referida desproporcionalidade de critérios (ponto 10), vamos ver o que diz a ANACOM (Decisão sobre os procedimentos exigíveis para a cessação de contratos, 09/03/2012): «em conformidade com o que foi previsto nas alterações promovidas pela Diretiva 2009/136/CE à Diretiva 2002/22/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 7 de Março, determina que as empresas que oferecem redes de comunicações públicas ou serviços de comunicações eletrónicas acessíveis ao público não devem estabelecer condições contratuais desproporcionadas ou procedimentos de resolução de contratos excessivamente onerosos (…)».

 

12 – Mais ainda diz a ANACOM sobre as formalidades exigidas para os referidos procedimentos: «A denúncia não depende de quaisquer formalidades para além da apresentação dos documentos que forem estritamente necessários (…) sempre que tal (…) não possa ser comprovado pela empresa através de documentação já em seu poder» (o que contradiz a posição da ZON descrita no ponto 9).

 

13 – A ANACOM também refere, sobre os meios de comunicação de declarações de renúncia: «As empresas devem aceitar as declarações de denúncia (…) por via postal ou eletrónica, nomeadamente por telecópia ou correio eletrónico». Mais uma vez, a ZON está em flagrante violação da diretiva da ANACOM aqui, (ver pontos 6 e 7), havendo clara má-fé, tentando ao máximo dificultar a renúncia do contrato.

 

 

Processos internos da ZON para de denúncia de contratos – concebidos para falhar?

 

14 – Para além das violações das diretivas da ANACOM (pontos 11, 12 e 13), tenho ainda mais motivos para questionar a integridade da ZON no que diz respeito à denúncia de contratos. Mais uma vez, questiono o facto de apenas aceitarem a denúncia via carta / fax (conforme descrito no ponto 7, deixando apenas o fax como única opção viável no meu caso). Foi-me transmitido repetidamente que os faxes recebidos têm a documentação ilegível (cópia do documento de identificação muito escura, com assinatura “pouco legível”). Não deixa de ser estranha a recusa do envio da documentação por email, enveredando por uma tecnologia (fax) tecnologicamente ultrapassada, ainda para mais sendo a ZON uma empresa de telecomunicações, com todas as capacidade técnicas para lidar com processos mais evoluídos.

 

15 – Foi-me admitido pelos vossos serviços telefónicos ser extremamente difícil fazer este processo funcionar através de fax. Isto é quase uma admissão de culpa!… o que me leva a questionar: porque não foi abandonado ou complementado por meios alternativos eletrónicos (o fax é essencialmente uma tecnologia baseada em transmissão de dados numa linha analógica). Dado ter-me sido negado o envio por email ou outro meio razoável, estas limitações são obviamente da exclusiva responsabilidade da ZON.

 

16 – Foi-me também admitido pelos vossos serviços que, apesar do tamanho da área de assinatura em qualquer documento de identificação (que aliás, ampliei…) ser muito pequena, o reconhecimento da assinatura é feito automaticamente, e não por uma pessoa. Ora, sendo o fax um meio de transmissão de dados de baixa resolução, qualquer processo automático de reconhecimento de assinatura é altamente vulnerável às limitações de transmissão de dados, bem como à qualidade do vosso equipamento de impressão. Conseguem ver onde quero chegar?

 

17 – Como evidência adicional de que este processo parece estar concebido para falhar, basta pesquisar casos semelhantes na internet. Há inúmeros casos análogos de documentação recusada pelos vossos serviços por alegadamente estar ilegível. Comum a estes casos, é o facto de a ZON sistematicamente recusar facultar qualquer prova de que a informação esteja realmente ilegível. Em certos contactos telefónicos, nem me souberam especificar exatamente que informação estaria ilegível ou em falta.

 

18 – Há uma linha que separa práticas corretas de atitudes desprezíveis. Na minha opinião (no meu caso, e em inúmeros outros), a ZON não hesita em ultrapassá-la. Pelo descrito nos pontos 14 a 17, e como referido anteriormente (e praticamente admitido pelos vossos serviços telefónicos!), há evidências de que este é um processo concebido para falhar, bem como indícios de práticas comerciais abusivas e desonestas.

 

 

Meios de prova

 

19 – Tendo enviado os faxes anteriores por um serviço online, tenho em minha posse todos os recibos / cópias eletrónicas de alta resolução, com toda a documentação perfeitamente legível – o que constitui prova que cumpri os requisitos que me foram apresentados pelos vossos serviços para proceder à renúncia do contrato.

 

 

Próximos passos

 

20 – Imagino que irei ser contactado nos próximos 3 dias (conforme diretiva da ANACOM – pelo menos esta a ZON tem cumprido…) com a informação de que existe documentação em falta ou ilegível. Sendo assim, os meus próximos passos irão envolver a denúncia e queixa desta situação junto das entidades competentes para o efeito:

  •         Direção Geral do Consumidor
  •         ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações
  •         CACCL – Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa
  •         Julgados de Paz de Lisboa
  •         ASAE – Autoridade de Segurança Alimentar e Económica
  •         Qualquer outro portal de defesa do consumidor (ex: DECO) com vista à denúncia e divulgação de práticas comerciais abusivas.

 

21 – Reservo também o direito a divulgar esta situação frustrante e surreal por qualquer meio ao meu dispor. Acredito que a denúncia de práticas comerciais abusivas e desonestas é um dever de todos os cidadãos, com vista a melhorar a qualidade (e honestidade) dos prestadores de serviços.

 

22 – NÃO desejo ser contactado novamente com propostas de extensão ou alteração do contracto – o que, aliás, parece ser o único propósito dos vossos serviços ao contactarem-me. Já chega, obrigado.

 

23 – Relativamente aos equipamentos ZON (router, receptor tv), e aconselhado desta forma pelo vosso call center, estes podem ser recolhidos em Lisboa, através do contato que vos foi previamente transmitido. Mas estejam à vontade para me perguntarem novamente…

 

24 – Em anexo, envio cópias dos meus documentos de identificação (incluindo uma ampliação a toda a página da minha assinatura no passaporte), que serão sem dúvida ignorados pelos vossos brilhantes serviços! Lembrem-se que guardo comprovativos / cópias de toda a documentação enviada (eu pelo menos, vou lembrar-me…).

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U2 in Coimbra: Until the End of the World

02/Oct/2010

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Mr Pan Artspace @ Kata Beach, Thailand

Maio 2011: juntando Tailândia à lista de países onde ouvi “U2” ao vivo. 🙂

The band asked if someone had a request… before I could say “U2”, someone else did. And they started playing With Or Without You… Loved the place – the friendliness, the live music, the ambience… and of course, Arra and Mr Pan.

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